O conhecimento é algo muito complexo, que não pode ser totalmente expresso em números. Porém, podemos aproximar estatisticamente de um modelo que nos oriente a ações concretas e gerenciá-las no dia a dia.

O conhecimento adquirido é função de muitas variáveis, como a cultura, a idade, experiências vividas, temperamentos, atitudes, classe social, região onde nasceu / viveu, grau de instrução, fatores físicos e psicológicos, curiosidade, necessidade, etc.

Nenhum método é totalmente eficiente, porém, com recurso da tecnologia, podemos nos aproximar de um que seja aceitável, e criar um sistema ao mesmo tempo rápido e eficiente (dentro de seus limites).

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O Annálise é uma metodologia para medir, acompanhar e obter resultados através dos treinamentos.

O Annálise é um módulo especial do software Gestão do Conhecimento da Annimar (Que gerencia todos os treinamentos, aplica testes e gera relatórios de performance).

(Para saber mais, leia “um breve histórico” ao fim da página.)

Gráficos e relatórios

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Um breve histórico…
Durante 25 anos, trabalhei em uma grande empresa, onde tive a oportunidade de vivenciar inúmeras situações envolvendo problemas diversos em processo, produto, equipamentos, segurança, etc. Passei por diversos setores e diversas funções, começando como técnico, na área de manutenção.
Durante este período pude sentir o quanto o conhecimento fazia falta, na solução de problemas. Percebi o quão complexo era a formação de um bom profissional. Por mais preparo tivesse, alguns aprendizados só vinham com o tempo. Enquanto pessoas da equipe, mais experientes resolviam um problema em poucos minutos, outros que ainda não haviam passado pelo mesmo problema, levavam horas. Isso me incomodava, más ainda não sabia o que fazer…
Anos mais tarde, já com mais experiência e conhecimento detalhado dos equipamentos e suas possíveis falhas (que se repetiam, periodicamente) passei a atuar como inspetor, com a missão de monitorar os equipamentos buscando encontrar e listar os problemas, para que fossem sanados em uma manutenção programada, que aconteceria periodicamente. Foi nesta fase que aquele incomodo inicial, pôde ser melhor entendido e trabalhado. Conheci algumas ferramentas que me deram uma visão mais clara de que os problemas poderiam ser classificados e analisados em grupos, cabendo ações diferentes, entre elas, o diagrama de Ishikawa ou diagrama causa e efeito. Ishikawa nos mostra que as causas podem ser classificadas em 6 grandes grupos, iniciados pela letra “M”; Mao de Obra, Método, Material, Medição, Máquina e Meio Ambiente. Com esta separação, ficaria mais fácil a análise detalhada de cada causa, para um determinado efeito. Comecei a utilizar a ferramenta. Ao analisar os efeitos, separava as causas e tomava as ações de acordo com cada situação. Quando a causa era mão de obra, solicitava treinamento, quando a causa era máquina, solicitava intervenção na máquina e substituição de peças. Quando o problema estava no método, me reunia com a equipe de engenheiros e juntos adequávamos o procedimento a realidade. Ou seja, esta ferramenta ajudou em muito. Porém, apesar de atuações corretas, ainda assim, em vários casos percebia que alguns problemas, ora resolvidos, voltavam a acontecer, num intervalo de tempo fora dos padrões aceitáveis. Isto também me incomodava. Foi então que me deparei com outra ferramenta da qualidade, muito útil. Os 5 Porquês. Esta ferramenta nos possibilitava uma investigação mais profunda, nas causas dos problemas, ou melhor, a busca pela causa raiz, ou a causa fundamental, onde estava realmente o problema. Diante destas análises mais profundas percebi que problemas inicialmente relacionados a máquinas, tinham como causa raiz, ações humanas. Foi ai que fiz uma constatação: Dos 6 Ms de Ishikawa, apenas 1 estava relacionado diretamente a falhas humanas (Mão de obra). Porém, a busca pela causa raiz, me mostrou que, na maioria dos casos, quando vamos mais a fundo, observamos que as falhas relativas a Maquina, Método, Material, Medição, e Meio ambiente, podem estar relacionadas a pessoas (já que um método inadequado, ou desatualizado, foi definido por pessoas, um equipamento mau dimensionado, foi calculado por pessoas, um material inadequado ao processo, foi definido, escolhido, ou inspecionado, por pessoas, um instrumento de medição inadequado ou deficiente, foi calibrado e liberado por pessoas…). Resumindo, tem muito mais causas relacionadas a pessoas, do que poderíamos imaginar… Isto me incomodou… mas ainda não sabia o que fazer.
Anos depois, assumi cargos de liderança de diversas áreas, entre eles manutenção e produção. A função de liderança nos cobra a eficiência e eficácia pelas mãos de outras pessoas. Ou seja, a solução de problemas do dia a dia, que vivenciei na prática, estava nas mãos de meus liderados. Os problemas eram os mesmos, porém engrandecidos sob minha responsabilidade, que não podia atuar diretamente e eficientemente em cada um. Sabia das deficiências, e sabia que por mais que os problemas fossem resolvidos, eles sempre voltariam. Isto me causava um certo desconforto… Como garantir que as pessoas entendam o processo e ajam da melhor forma? Como identificar as necessidades de treinamento das pessoas e supri-las de forma eficiente, para que possam agir corretamente, e evitar ou minimizar os problemas? Como medir o grau de conhecimento de cada um? Como relacionar um conhecimento adquirido a uma melhora no resultado? Como treinar pessoas de forma eficiente e eficaz?
Pois bem, a partir destas duvidas, e da necessidade de melhorar a eficiência das pessoas, iniciei uma série de estudos que pudessem ajudar na busca de uma metodologia simples, fácil de aplicar, e que tenha um alto grau de eficácia. Este estudo, resultou na metodologia Annálise.

Em breve publicarei um artigo, descrevendo em detalhes este método, que será também tema da minha tese de mestrado, em andamento…

Ismar Pessoa

Pós graduando em gestão de projetos (FATEC), Bacharel em administração (UNITAU), tecnólogo em Web Designer (UNITAU), Técnico em Mecânica (CEFET-MG), Experiência empresa multinacional (25 anos), Empresário no desenvolvimento de treinamento 3d e realidade virtual / gestão do conhecimento (10 anos), e professor universitário em administração e modelagem 3d (FATEC) (5 anos).